
Contabilidade para agropecuária: 3 frentes onde o agro perde dinheiro
A contabilidade para agropecuária virou das mais complexas do país, e 2026 só apertou isso. O agro, que durante anos foi pouco onerado por PIS, Cofins e ICMS, está sendo reonerado aos poucos, e cada mudança dessas mexe no custo por hectare e na margem de quem vende insumo. Entre o fim de benefícios antigos, o Funrural mais caro e o crédito acumulado que ninguém revisa, o agro perde dinheiro em três frentes ao mesmo tempo. A Exata trabalha há mais de 30 anos ao lado do agro e das revendas da nossa região, e conhece o terreno. Vamos por cada frente.
1. O fim da alíquota zero nos insumos
Durante muito tempo, insumos como fertilizantes, defensivos e sementes tiveram alíquota zero de PIS e Cofins, com base na Lei nº 10.925/2004. Isso mudou. Desde abril de 2026, por efeito da redução de incentivos federais, esses insumos passaram a recolher o equivalente a 10% da alíquota cheia. O percentual parece pequeno, mas corre por toda a cadeia e encarece a produção. Para a revenda de insumos, isso muda o cálculo do imposto na nota e exige reclassificar o que antes era zerado. Quem não ajusta o cadastro erra a tributação de cada venda.
2. O Funrural mais caro
O Funrural, a contribuição previdenciária que incide sobre a venda da produção rural, também subiu em 2026. Para o produtor pessoa física, foi para um patamar maior, e para a pessoa jurídica, maior ainda. Isso pesa direto no bolso de quem comercializa a safra, e torna a escolha do regime e da forma de contribuir, pela produção ou pela folha, uma decisão que precisa de conta. Produtor que nunca formalizou essa opção pode estar pagando mais do que precisa, mês após mês.
3. O crédito acumulado que ninguém foi buscar
Aqui está a frente mais valiosa, e a que mais se perde por falta de revisão. O agro, pela natureza da cadeia, acumula saldo credor de PIS e Cofins, muitas vezes de valores altos, e tem direito a crédito sobre insumos, fretes, energia, armazenagem e embalagens. Quem exporta ainda acumula crédito de ICMS pela Lei Kandir. Esses créditos podem ser recuperados retroativamente, dos últimos 60 meses, mas a janela está encurtando por causa da reforma, que extingue o PIS e a Cofins em 2027. Vale a honestidade de sempre: cada propriedade e cada revenda tem um cenário, e o valor real só aparece depois de uma análise do histórico, então o trabalho sério começa por um diagnóstico, não por uma promessa de número. Quem está na abertura de empresa no agro tem a chance de já nascer com o enquadramento certo.
O que a reforma reserva para o agro
A reforma criou um regime específico para o agronegócio. Produtos in natura e vários insumos terão a alíquota de IBS e CBS reduzida em 60%, pagando 40% da cheia, e o pequeno produtor rural pode ser não contribuinte, com crédito presumido para quem compra dele. É um sistema novo, com vantagem para quem entende as regras e armadilha para quem ignora. Modelar esse impacto por linha de produto antes de 2027 é o que separa o produtor organizado do que vai ser pego de surpresa.
Contabilidade para agropecuária: o que a Exata faz
Nosso trabalho cobre as três frentes de uma vez. A apuração correta dos insumos com a nova tributação, para a revenda parar de errar a nota. A análise do Funrural e da melhor forma de contribuir. A recuperação dos créditos acumulados dos últimos cinco anos, de PIS, Cofins e ICMS. E a preparação para o regime específico do agro na reforma, modelando o impacto por produto. É a contabilidade para agropecuária que entende o campo e a revenda de dentro, e não trata o negócio como um comércio qualquer.
Uma contabilidade da região, e não à distância
Existe muita contabilidade digital e nacional prometendo atender qualquer agro de qualquer lugar. Isso tem um limite. O ICMS e os benefícios do agro são estaduais, mudam de estado para estado, e resolver isso à distância, com um atendente que não conhece a regra do Rio Grande do Sul nem a realidade do campo daqui, é arriscado. A Exata atende Venâncio Aires, Vera Cruz, Lajeado e Vale do Sol, conhece a regra gaúcha e a rotina de quem vive do agro no interior, na região dos Vales. Aqui, proximidade é segurança.
Se você tem agropecuária, revenda de insumos ou produção rural em Venâncio Aires, Lajeado, Santa Cruz do Sul ou nas cidades vizinhas da região dos Vales, e quer descobrir onde está perdendo dinheiro, peça um diagnóstico com a Exata. A primeira conversa é só para olhar o seu caso, sem compromisso.
Perguntas Frequentes
O que mudou nos insumos agrícolas em 2026?
Fertilizantes, defensivos e sementes, que tinham alíquota zero de PIS e Cofins, passaram a recolher cerca de 10% da alíquota cheia desde abril de 2026. Isso encarece a cadeia e exige revisar a tributação de cada venda.
Posso recuperar crédito tributário no agro?
Em muitos casos, sim. O agro acumula saldo credor de PIS, Cofins e, na exportação, de ICMS, recuperável nos últimos cinco anos. Só a análise do histórico mostra o valor real, e a janela está encurtando com a reforma.
A contabilidade para agropecuária da Exata atende na minha cidade?
A Exata atende agropecuárias, revendas de insumos e produtores em Venâncio Aires, Vera Cruz, Lajeado, Vale do Sol, Santa Cruz do Sul e cidades vizinhas da região dos Vales, de forma próxima e presencial quando necessário.
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